Star Wars – O Despertar da Força – Minhas impressões SEM SPOILERS

Faaaalaaa galera!

Chegou a hora! Estou escrevendo esse post de madrugada, porque acabei de chegar do cinema. Finalmente pudemos assistir um dos filmes mais aguardados de todos os tempos, o hype era gigantesco, as expectativas eram maiores ainda, mas, na minha humilde opinião, J.J. Abrams conseguiu de forma brilhante agradar e empolgar as três gerações de espectadores sentando na sala do cinema. Logo quando a música de John Willians começou a tocar, todo mundo, desde o velho nerd vestido de Darth Vader à menininha pequena que aprendeu a gostar de Guerra nas Estrelas pelo jogo do Angry Birds, pode perceber que estava para começar um momento épico.

O visual do filme é impressionantes, pela primeira vez conseguimos ver em Star Wars uma CG aplicada muito bem e com cautela. Embora animações em computador pareçam muito tentadoras para as produtoras hoje em dia, a escolha por efeitos visuais práticos mostrou o carinho da nova direção com o legado da trilogia original. Esse é nitidamente um filme de fã para fã, são muitos pequenos detalhes que fazem toda a diferença para os aficionados pelo universo criado por George Lucas, ver de novo aquele visual de “Futuro à moda antiga” da Millenium Falcon me deu arrepios.

star-wars-force-awakens-han-solo-chewbacca-700x350

Embora o filme seja recheado de fan service, se engana quem pensa que ele se limita a isso. Muito pelo contrário, no meu ponto de vista, os grandes destaques de O Despertar da Força são os novos personagens, Finn, que finalmente conseguiu gerar emoção para um Stormtrooper e principalmente a heroína Rey, brilhantemente interpretada por Daisy Ridley. Ela é a grande protagonista do filme, toda a história gira em torno dela, não vou entrar em maiores detalhes para evitar spoilers, mas ela domina a tela e pode talvez se tornar a personagem feminina que a cultura Geek tão desesperadamente precisa. Citando Azaghal do Jovem Nerd “Rey é quase como a materialização de todos os fãs que desejam fazer parte daquele universo, compilados em um único personagem. Ela cresceu ouvindo as histórias sobre os Rebeldes e o Império, os Jedi e os Sith, só não imaginava que um dia todas aquelas histórias se tornariam realidade e que ela faria parte de tudo.”. O pequeno droid BB-8 também merece menção honrosa, ele me parece ser o mais cativante dos robôs da saga Star Wars.

finn-and-rey

Eles conseguiram de novo. Star Wars, que já fez com que duas gerações se apaixonassem, provavelmente vai fisgar o coração de mais uma nas próximas semanas. É claro que o filme não é só elogios, como todo bom filme de Star Wars, ele também tem seus defeitos gritantes, mas eu estou muito empolgado para falar disse agora, talvez em um próximo post 😛

Gostou do post? Me acompanhe nas redes sociais 🙂    

Compartilhe isso: